Já vivi carnavais onde o hit era W Brasil, do Jorge Ben(jor) ou então os Mamonas Assassinas; também já tive que aturar as boquinhas da garrafa, ou então a turma que segurava o tchan. Mas esse ano, com Michel Teló e tchê tchê re rê, tá phoda.
Espero que os maias estejam certos.
18/02/2012
16/02/2012
E nem sempre é culpa do governo.
PS: quando começam a colocar e você não percebe, daí o problema é de excesso de álcool. ME CONTARAM!
15/02/2012
O fim do Facebook?
Então é isso. Enfim, acho que aconteceu. Após aquele período inicial de empolgação, as coisas começaram a degringolar como sempre, e como tudo nessa época rápida.
Não sou exatamente um filho da geração internet. Meu primeiro contato, como alguns já sabem, com a rede mudial de computadores se deu numa época da vida que hoje já é considerada tardia, durante a faculdade, com uns 19 anos. Foi com as BBSs - para os mais novos, explico que eram telas pretas com linhas de texto, e mais nada. Parece a pré história (tem hífen aqui?) para o pessoal das redes sociais, não é?
Nessa época, eu ganhei meu primeiro computador. Era uma máquina legal para aqueles tempos. O Gaúcho, amigo das antigas cujo pai "mexia com informática", definiu meu CPU como uma "Ferrari para quem não sabe como dirigir". E era isso mesmo. Junto com os componentes, veio uma fita VHS (alguém sabe o que é isso?) ensinando como montar a geringonça.
E outro amigo, esse mais novo e mais conectado (tanto que hoje é, para mim, uma espécie de mago da tecnologia), chamado João Del Valle, um dia me ensinou a conectar a linha telefônica numa entrada qualquer atrás do gabinete. Após o saudoso(?) ruído do modem se conectando, a saudação do Johnny escrita na tela foi como um novo mundo se abrindo. Daí para os RPGs rústicos da época (L.O.R.D.) e salas de bate-papo do UOL (meu nick era Constantine - estava na fase Vertigo da vida) foi um pulo e uma maravilha.
Em seguida, veio o Orkut. Sim, eu não só tinha um Orkut como passei muito tempo da vida na rede social hoje rotulada como "de pobre". E faço um mea culpa ao admitir que ainda considero a organização em "comunidades" uma grande sacada prá filtrar meus interesses, mesmo concordando com a racionalização de alguns que isso me restringia a tópicos do meu interesse, sem abrir chances de conhecer coisas novas.
Daí para este blog foi um caminho natural. Como a maioria da espécie, tenho a necessidade de ser aprovado, lido, parabenizado. E, uma das falhas que vou confessar aqui, adoro ser contestado, o que já me rendeu o apelido familiar de "advogado do diabo" por às vezes defender uma posição da qual não concordo só pela polêmica. Ou, como disse a minha analista, só para me armar com melhores argumentos além dos que já tenho.
Qual, então, o próximo passo natural? O famoso Facebook. Não posso me considerar pioneiro, mas entrei na rede antes da maioria dos amigos que tenho lá. Era uma forma tranquila de postar o que me interessava, com um público mais garantido e maior do que o do blogspot, onde sempre tive estatísticas ridículas de audiência. Me viciei em acessar o programa do Zuckerberg.
Só que o tempo passa, a fila anda, e como dizia o professor Renato Mocellin (óbvio que não de sua lavra, talvez alguém tenha dito antes do Nelson Rodrigues), toda a unanimidade é burra. E hoje o tal do Face me parece mais um fardo que um benefício.
Noventa por cento da minha timeline não me interessa. Cinco por cento é formado por notícias (assino os feeds da Gazeta, do Estadão, da Folha, da Veja, de equipes de F1 e outros) que eu posso obter de outras formas tão convenientes quanto. E 5% vão me fazer falta. São pessoas que me surpreenderam, por suas argumentações insuspeitas, por suas opiniões que me fizeram mudar um ponto de vista, ou por seus interesses realmente interessantes (desculpem pelo trocadilho, não resisti).
Ou seja, fora esses 10% sou obrigado a conviver com atualizações tipo "amo meus pais", "adoro meus filhos", "compatilhe se você gosta de jesus" ou "salve os cachorrinhos". Não que eu não concorde com alguns desses tópicos, mas não é esse o tipo de coisa que vai mudar meu conceito sobre você. E pior ainda são os status "estou na praia", "vou viajar" e etc. Pior porque eu percebi que estou fazendo exatamente isso. Não cabe aqui o julgamento do caráter de ninguém, mas isso não me interessa. Assim como não me interessa o campeonato de "curtir" e "compartilhar" atualmente em curso.
Poderia dar vários motivos para me afastar da rede social, como este, aquele ou aquel'outro. Mas seria um tiro no pé, pois nem sei bem se vou deletar a minha conta, ou não postar mais nada lá. Só sei que, hoje, tenho algumas razões para ter dúvidas.
E uma das mais fortes inclusive já postei no próprio Facebook há algum tempo, quando disse que smartphones com acesso a internet estavam acabando com minha leitura. Isso é verdade, e está me distanciando de um de meus objetivos.
Das três grandes necesidades do ditado popular, já tive duas filhas lindas e plantei vários brotos nos 21 de setembro do tempo de escola estadual (confesso que nunca soube se algum vingou). Mas, para o terceiro projeto, preciso de tempo. Como não faço nada direito (até meu daltonismo é de pouca penetrância), só vou começar a escrever meu livro depois de uma pesquisa bem feita - o que já rotularam como TOC leve da minha parte. O tempo para isso hoje é tomado por seguidos acessos prá ver o que tá rolando.
Dessa maneira, acho que vou reativar esse blog. Além de outros incentivos, o fato de que um primo de quem gosto bastante disse que sentia saudade do que eu escrevia aqui pesou para esta decisão. Desta maneira, acho mais proveitoso colocar o que eu garimpar na net e minhas impressões pessoais neste espaço, e me deliciar se alguém se dignar a tecer algum comentário. Sei que será mais difícil fazer com que as pessoas dêem (tem acento? Me perco todo com essa nova ortografia) outro clique no mouse prá chegar aqui, mas quem já reclamava dos textos quilométricos no face vai ter um descanso.
Vamos ver no que vai dar. Não prometo nada, nem cumprir o que escrevi, mas por ora acho o mais correto. Um grande abraço a você leitor fiel, se é que você existe.
Não sou exatamente um filho da geração internet. Meu primeiro contato, como alguns já sabem, com a rede mudial de computadores se deu numa época da vida que hoje já é considerada tardia, durante a faculdade, com uns 19 anos. Foi com as BBSs - para os mais novos, explico que eram telas pretas com linhas de texto, e mais nada. Parece a pré história (tem hífen aqui?) para o pessoal das redes sociais, não é?
Nessa época, eu ganhei meu primeiro computador. Era uma máquina legal para aqueles tempos. O Gaúcho, amigo das antigas cujo pai "mexia com informática", definiu meu CPU como uma "Ferrari para quem não sabe como dirigir". E era isso mesmo. Junto com os componentes, veio uma fita VHS (alguém sabe o que é isso?) ensinando como montar a geringonça.
E outro amigo, esse mais novo e mais conectado (tanto que hoje é, para mim, uma espécie de mago da tecnologia), chamado João Del Valle, um dia me ensinou a conectar a linha telefônica numa entrada qualquer atrás do gabinete. Após o saudoso(?) ruído do modem se conectando, a saudação do Johnny escrita na tela foi como um novo mundo se abrindo. Daí para os RPGs rústicos da época (L.O.R.D.) e salas de bate-papo do UOL (meu nick era Constantine - estava na fase Vertigo da vida) foi um pulo e uma maravilha.
Em seguida, veio o Orkut. Sim, eu não só tinha um Orkut como passei muito tempo da vida na rede social hoje rotulada como "de pobre". E faço um mea culpa ao admitir que ainda considero a organização em "comunidades" uma grande sacada prá filtrar meus interesses, mesmo concordando com a racionalização de alguns que isso me restringia a tópicos do meu interesse, sem abrir chances de conhecer coisas novas.
Daí para este blog foi um caminho natural. Como a maioria da espécie, tenho a necessidade de ser aprovado, lido, parabenizado. E, uma das falhas que vou confessar aqui, adoro ser contestado, o que já me rendeu o apelido familiar de "advogado do diabo" por às vezes defender uma posição da qual não concordo só pela polêmica. Ou, como disse a minha analista, só para me armar com melhores argumentos além dos que já tenho.
Qual, então, o próximo passo natural? O famoso Facebook. Não posso me considerar pioneiro, mas entrei na rede antes da maioria dos amigos que tenho lá. Era uma forma tranquila de postar o que me interessava, com um público mais garantido e maior do que o do blogspot, onde sempre tive estatísticas ridículas de audiência. Me viciei em acessar o programa do Zuckerberg.
Só que o tempo passa, a fila anda, e como dizia o professor Renato Mocellin (óbvio que não de sua lavra, talvez alguém tenha dito antes do Nelson Rodrigues), toda a unanimidade é burra. E hoje o tal do Face me parece mais um fardo que um benefício.
Noventa por cento da minha timeline não me interessa. Cinco por cento é formado por notícias (assino os feeds da Gazeta, do Estadão, da Folha, da Veja, de equipes de F1 e outros) que eu posso obter de outras formas tão convenientes quanto. E 5% vão me fazer falta. São pessoas que me surpreenderam, por suas argumentações insuspeitas, por suas opiniões que me fizeram mudar um ponto de vista, ou por seus interesses realmente interessantes (desculpem pelo trocadilho, não resisti).
Ou seja, fora esses 10% sou obrigado a conviver com atualizações tipo "amo meus pais", "adoro meus filhos", "compatilhe se você gosta de jesus" ou "salve os cachorrinhos". Não que eu não concorde com alguns desses tópicos, mas não é esse o tipo de coisa que vai mudar meu conceito sobre você. E pior ainda são os status "estou na praia", "vou viajar" e etc. Pior porque eu percebi que estou fazendo exatamente isso. Não cabe aqui o julgamento do caráter de ninguém, mas isso não me interessa. Assim como não me interessa o campeonato de "curtir" e "compartilhar" atualmente em curso.
Poderia dar vários motivos para me afastar da rede social, como este, aquele ou aquel'outro. Mas seria um tiro no pé, pois nem sei bem se vou deletar a minha conta, ou não postar mais nada lá. Só sei que, hoje, tenho algumas razões para ter dúvidas.
E uma das mais fortes inclusive já postei no próprio Facebook há algum tempo, quando disse que smartphones com acesso a internet estavam acabando com minha leitura. Isso é verdade, e está me distanciando de um de meus objetivos.
Das três grandes necesidades do ditado popular, já tive duas filhas lindas e plantei vários brotos nos 21 de setembro do tempo de escola estadual (confesso que nunca soube se algum vingou). Mas, para o terceiro projeto, preciso de tempo. Como não faço nada direito (até meu daltonismo é de pouca penetrância), só vou começar a escrever meu livro depois de uma pesquisa bem feita - o que já rotularam como TOC leve da minha parte. O tempo para isso hoje é tomado por seguidos acessos prá ver o que tá rolando.
Dessa maneira, acho que vou reativar esse blog. Além de outros incentivos, o fato de que um primo de quem gosto bastante disse que sentia saudade do que eu escrevia aqui pesou para esta decisão. Desta maneira, acho mais proveitoso colocar o que eu garimpar na net e minhas impressões pessoais neste espaço, e me deliciar se alguém se dignar a tecer algum comentário. Sei que será mais difícil fazer com que as pessoas dêem (tem acento? Me perco todo com essa nova ortografia) outro clique no mouse prá chegar aqui, mas quem já reclamava dos textos quilométricos no face vai ter um descanso.
Vamos ver no que vai dar. Não prometo nada, nem cumprir o que escrevi, mas por ora acho o mais correto. Um grande abraço a você leitor fiel, se é que você existe.
27/07/2011
18/07/2011
15/07/2011
12/01/2011
Mesmo os diamantes brutos são eternos
A pergunta é: porque não fazem mais nada assim?
Por que esse é o tipo da coisa que mantém o pique mesmo algumas décadas depois:
Por que esse é o tipo da coisa que mantém o pique mesmo algumas décadas depois:
13/10/2010
23/09/2010
12/08/2010
06/08/2010
Chama esse, Faustão!
Antes do primeiro minuto deste vídeo, que vi no Jacaré Banguela, eu já estava com inveja do cidadão. Não sei de onde veio a história de que é vendedor de balas, mas é evidente que ele não teve grande educação formal nem veio de um ambiente que cultivava esse tipo de música.
Mas, a despeito do "embromation" na letra, o senso de ritmo e harmonia de Ruan Veloso já o tornam muito mais qualificado para se apresentar nos programas de auditório de domingo que aquele tal do "nananá" que apareceu esses tempos.
E outra: quando pediram Stones, ele emendou mais uma dos Beatles porque o Mick Jagger dá um azar do cacete...
Mas, a despeito do "embromation" na letra, o senso de ritmo e harmonia de Ruan Veloso já o tornam muito mais qualificado para se apresentar nos programas de auditório de domingo que aquele tal do "nananá" que apareceu esses tempos.
E outra: quando pediram Stones, ele emendou mais uma dos Beatles porque o Mick Jagger dá um azar do cacete...
05/08/2010
04/08/2010
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